sábado, 4 de janeiro de 2014

Cinema Monumental

Local: Calçada do Combro
Data: 1922
Legenda do fotografia antiga: Aspecto da greve geral, em Agosto de 1922, em Lisboa. Ao fundo, a Igreja de Santa Catarina (dos Paulistas)


Marina Tavares Dias numa das suas primeiras entrevistas. Com a grande actriz Amélia Rey Colaço

O teatro rivaliza com o cinema nas preferências do público.
Grandes nomes teatrais irão transformar comédias desta década em grandes clássicos do cinema português. Mas, para e...
les como para a companhia do Teatro Nacional de D. Maria II, arte nobre é ainda a da ribalta. Aí consagrada como nenhuma outra, a Companhia Rey Colaço - Robles Monteiro transformou o outrora decrépito palco do Nacional, que estivera anos sem companhia activa e espectáculos permanentes, numa autêntica escola de novos actores de teatro. Em 1946, emocionados, Amélia e Robles apresentam a estreia da sua filha Mariana, numa “Antígona”, de Júlio Dantas. Mariana Rey Monteiro honrará a tradição familiar ao longo das décadas seguintes.
Amélia Rey Colaço permanece como um dos grandes nomes do século XX português.
Ver mais
em Teatro Nacional Dona Maria II.
 
 
 
 
 
Jardim Zoológico de Lisboa. Postal ilustrado editado por volta de 1910, já após instalação do mesmo no local onde se mantém: a antiga quinta dos condes de Farrobo, entre as estradas das Laranjeiras e de Benfica.
 
 
 
 
 
Praça do Marquês de Pombal (Rotunda da Avenida) na década de 1940.
 
 
 
Cartaz do Salão Foz, no Palácio Foz (Restauradores). Década de 1920.
 
 
 
 
O Cinema Império, da Alameda D. Afonso Henriques, na época da sua inauguração (fotografia em formato de postal; autoria de António Passaporte)
 
 
«O Chiado Porta a Porta». OURIVESARIA ALIANÇA: a «maior da Península». INAUGURADA NESTAS INSTALAÇÕES EM 1943 E ENCERRADA NO PRIMEIRO MÊS DE 2012.
 
 
capítulo «O Chiado Porta a Porta».
Aquela que foi, até 1989, a mais cara sapataria de Lisboa.
Ilda Melo Teixeira Lembro-me muito bem! A par com a Hélio, que felizmente ainda existe.
 
 
 
 
 o Arco de Santo André já desapareceu. Mas a sua história pode ser lida na íntegra no volume II da LISBOA DESAPARECIDA de MARINA TAVARES DIAS.
 
 
 
 
 
Interior da Frutaria Martins & Costa, na Rua do Carmo. Década de 1920.
O edifício ardeu no dia 25 de Agosto de 1988
 
 
Carro eléctrico na Avenida da República, a caminho dos estádios do Lumiar (década de 1940).
 
 
No Chiado
 
Pepe (José Manuel Soares) c. 1928. De acordo com a estatística e o número de jogos realizado, por temporada, na sua época, é o melhor marcador português de sempre.Ver mais — em Estádio das Salésias.
 
 
 
Casa Africana, na Rua Augusta, detentora da famosa imagem de marca «O Preto da Casa Africana», cuja publicidade se vê no painel da fachada. Aqui fotografado na década de 1920, o célebre estabelecimento comercial encerrou portas nos últimos anos do século XX.
 
 
O Atlético numa página de caderneta de «bonecos da bola» da década de 1950.A história completa está no livro.
 
 
Início da Avenida Almirante Reis no início do século XX
 
 
 
 
 

O novo LARGO DO INTENDENTE é o orgulho dos lisboetas

Atualizado há cerca de 2 meses · Tirado em Intendente
Após a decisão do Presidente da Câmara, ao mudar o seu gabinete de trabalho para o Largo do Intendente, muita coisa mudou por lá. Agora, finalmente devolvido às suas nobres origens, é um dos sítios mais 'fashion' de Lisboa. A beleza inegável do espaço urbano bem o justifica.
 
 
 
 
 
 
 
 


 

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